terça-feira, abril 17, 2012
Satisfação
(Depois de muito tempo com esse textinho parado, consegui finalizá-lo em menos de cinco minutos)
terça-feira, julho 26, 2011
Quem disse?
segunda-feira, maio 30, 2011
quarta-feira, abril 27, 2011
Não 'tô' sabendo viver não.
Sentei no banco da praça vazia, o vento gelado tocava o meu rosto, que levemente ruborizava minha pele branca, fechei meus olhos, respirei profundamente e tentei me acalmar. Um dia o amor vai, ou volta.
quinta-feira, abril 14, 2011
Dê play:
Ele perguntou: - Ainda existe? O amor? – Ela não soube respondê-lo. Fechou seus olhos, apertou suas sobrancelhas, e balançou sua cabeça negativamente. Ela não sabia exatamente como aquilo funcionava, ainda que depois de tanto tempo, ainda não sabia. – O que houve com você? Fechou-se para o amor? – Disse ele enquanto ainda mantinham-se distantes um do outro. – Eu não sei o que aconteceu comigo. – Disse ela, sem conseguir cruzar seu olhar nos dele. – Deixe-me ajudá-la a lembrar do que nós fomos. – Tentou aproximar-se. – Não posso. - Ela se afastou ainda mais. –Por quê? Você disse que era importante, um dia. – Lágrimas vieram aos olhos daquele rapaz. – Eu não sei... – Impressionado com a resposta da garota, desviou seu olhar para o chão, sem entender exatamente, deixando que uma lágrima escorresse de seus olhos – Você se esqueceu da nossa essência. – Ela tentava não chorar. - Chore, por favor, apenas chore. - Disse ele, enquanto entre o choro pedia. As lágrimas dela demonstrariam que ainda se importava, e do rosto dela, nada saia, a não ser o novo semblante que havia se formado, aquele que nem mesmo ele havia visto algum dia, enquanto estiveram juntos. - Eu não posso... - Disse ela sabendo que aquilo tudo...era uma GRANDE MENTIRA.
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Transparecendo o meu bem-estar..
Ontem eu encontrei Maria. Continua a mesma velhinha, acho que desde que me entendo por gente, ela tem aqueles olhos murchos, a pele enrrugada, e sua altura parece diminuir a cada ano que passa. Deu dois tapinhas em meu rosto, elogiou o meu sorriso que estava estampado em meu semblante e disse - Você está bem, não é, minha filha? - Eu assenti com a cabeça, e fiz de meu sorriso ainda mais largo. Senti um bem-estar ao perceber que eu deixava transparecer o que de fato estava acontecendo mesmo; Eu estaria bem.
terça-feira, novembro 30, 2010
...
"Be whoever you have to be, I won't judge you Sing whatever you have to sing To get it out and not become a recluse About your house, come out I know you never meant to but you do Oh but you do"
quinta-feira, novembro 11, 2010
O mundo não acaba.
terça-feira, novembro 09, 2010
As Cariocas da Minha Vida - Parte 1.
Meus pensamentos viajavam por aquela suíte do motel. – Me fode, vai. Estou louca de vontade de você. – Os seus desejos eram como ordens. Tratei de despi-la, deixando-a somente de calcinha e sutiã. Mas o melhor estava por vir, vê-la completamente peladinha, sobre a cama, esperando a nossa foda. Cai de boca em seu sexo, que estava meladinho de tanta vontade, seu gosto era delicioso. – Isso, me chupa. Mais, mais. – Que conjunto de mulher! Eu só precisava ouvir aquele sotaque carregado de muita marra para poder foder ela sem dó. Seus gemidos demonstravam o quanto ela estava envolvida, completamente entregue. Chupei, enfiei a língua, os dedos, acariciei seus seios, mordi, lambi, acariciei mais um pouco, até ouvir seu urro de tesão, desfalecendo sobre minhas mãos que estavam por baixo de suas pernas. – Aí, paulista. Tu é muito gostosa. – Deitei meu corpo ao seu lado, até ouvi-la novamente. – Hum, não acabou não. – E aquela carioquinha caiu sobre meu corpo, fomos até as 6 da manhã.
[Texto postado em uma das comunidades do Orkut. Viper]
quinta-feira, novembro 04, 2010
Com ela, no motel....
quarta-feira, novembro 03, 2010
Vinho bom!
segunda-feira, novembro 01, 2010
Uma noite, uma garota, um bar...
quinta-feira, outubro 28, 2010
Tudo Igual.
Hoje mais cedo quase cometi um deslize, e aí para ocupar a cabeça me afundei em Caio Fernando Abreu. Certamente Caio F. tem sido meu melhor companheiro ultimamente. O drama e a facilidade para escrever, que esse ícone teve, me fez criar um tipo de fissura, fissura boa, saudável. E meus dias seguem assim, pacatos, iguais, e com desejos de que os finais de semana cheguem mais rapidamente.
segunda-feira, outubro 25, 2010
E quando eu dou o grito de liberdade, atinge a pomba que cai na minha cabeça....
sexta-feira, outubro 22, 2010
Garota...
Essa garota me contou segredos de liquidificador, como dizia Cazuza. Deu-me momentos sinceros e foi embora pela manhã. Me decifrou em pouco tempo de contato, confessou-me que tenho facilidade para o drama. Eu acho mesmo! Andei relendo alguns de meus textos e nunca me vi tão dramática, tão cheia de tentar fingir quaisquer situação que não esteja de acordo com os meus sentimentos.
Enquanto a garota pairava seu corpo nu sobre a cama, sobre o lençol, eu fumava um cigarro no centro da sala pequena, e tomava um líquido transparente, que dizia no rótulo 'artificialmente gaseificada'. Bastou!
Sabe, eu ando assim meio instrospecta, meio dramática, ou chorona, mas estou bem. Estou bebendo esse líquido que não me causa nenhuma alteração, e fumando esse cigarro barato porque tenho sentido necessidade disso ultimamente, embora nunca tenha sido uma fã assídua da nicotina, mas bem...do líquido transparente você sabe.
Mais cedo eu e a garota tomamos whisky. Levei-a naquele restaurante da Av. Paulista, sabe? Aquele que estivemos uma vez. Continua o mesmo ambiente, até o mesmo garçom. Ela gostou! Rimos, conversamos, conversamos, mas nada a respeito de nossos sentimentos e amores.
A levei para minha casa, que antes eu costumava dizer que também era sua. Trocamos carícias. Ela tocou meu rosto, segurou minhas mãos, sorriu. Mas bem, o mais curioso foi quando colocou sua mão sobre meu peito, como quem quer sentir meu coração. Respirei profundamente. Ela continou a tocar minha pele. Nesse instante consegui decifrá-la também. Sofriamos do mesmo mau; de amor.
E foi exatamente o que passamos uma para outra durante toda a noite; amor, ainda que eu não lembrasse o 'amor frustrado' dela, e ainda que ela não me lembrasse meu 'amor perdido'.
Enquanto eu e a garota trocávamos nossas experiências na cama, não pensei em você, não desejei que fosse você, não tinha nem como. Aquilo estava sendo um amor passageiro carnal, de provavelmente uma noite e só. De fato foi. Mas me fez querer escrever e pensar, que existe pessoaas no mundo que sentem e pensam como eu, que buscam quase a mesma coisa que eu procuro. E por essas idéias, concluo que a vida é um eterno recomeço, e deve ser seguida, contínua, entrar e sair histórias.
Se eu pudesse dar só uma dica, seria essa; ame, ame todos os dias, de diferentes formas, diferentes pessoas.
quinta-feira, outubro 21, 2010
Eu queria, queria te contar...

Eu queria e contar que há dez minutos estava sentada sobre a grama da praça, sem nem saber se meu espírito estava presente, ou se apenas meu físico fazia sombra sobre o vasto verde; sei que meus pensamentos voavam por entre as árvores.
Queria te contar que passei na pizzaria, depois do trabalho, com alguns amigos. Noite agradável! Mas, não queria te contar que me faltava algo.
Eu queria te contar que enquanto caminhava no centro de São Paulo, vi aquele carro que chamou sua atenção uns dias atrás. Você se lembra disso!
Queria te contar que tenho achado engraçado o quanto as músicas "dor de cotovelo" parecem fazer mais sentido agora, até mesmo as quais julgávamos serem as piores; hoje eu choro e concordo...com elas.
Eu queria te contar que tenho pensado naqueles planos, que enquanto deitadas sobre o chão gelado, da casa gelada, em uma noite quente...de amor, eu te confessava.
Queria te contar que hoje o dia prometia chuva, mas fez sol...principalmente aqui, em meu coração.
Mas o que eu quero contar na verdade, é que tenho conversado muito com sua alma, que costumava chamá-la de gêmea.
Ao passar para o computador fiz algumas pequenas alterações. Não sou muito boa escrevendo em papel.
terça-feira, outubro 19, 2010
Sensação...

Hoje eu acordei pulando do sofá. Por um motivo ele tem sido meu fiel companheiro, o qual tem descansado meu corpo e minh'alma. Ontem enquanto me preparava para dormir, coloquei minhas mãos embaixo de minha cabeça, próximo a nuca, e fiquei observando o teto, coisa de quem não tem muito para fazer, a não ser pensar e ver a vida passar. Fiquei por alguns instantes em minhas imaginações, que sempre me levava a diferentes situações, lembranças ou quaisquer pensamento que fosse. Comecei a sentir algo no estômago, que começou a me incomodar. Tirei o edredon que estava por cima de meu corpo, ainda incomodada e agora com um pouco de calor. Continuei a viajar em meus pensamentos. 'O que será que aquele pedaço de durex faz ali? Desde quando ele está grudado no teto? E se eu simplesmente o arrancasse? Mas, ele está muito alto. Droga! Amanhã vou tirá-lo, se não não me chamo...' Novamente a sensação começou a me incomodar, tentei não dar muita atenção, uma hora ela iria passar. 'E se eu assistisse tevê? Será que está passando o programa do Jô? Boa! Quem será que está no programa do Jô? Preciso me distrair'. E para minha surpresa não conseguia me concentrar em outra coisa, a não ser na 'dor' que se passava entre meu estômago, intestino, que de tanto, doía até meu peito. Permaneci nessa 'dor', que parecia não querer passar em nenhum momento. Senti que era falta de algo. Virei de um lado, depois me virei do outro, e não conseguia esquecer. Simplesmente levantei-me do sofá e disse - É, acho que está na hora de ir comer.
segunda-feira, outubro 18, 2010
Vamos, eu te ajudo!

- Eu acho que você deveria fazer algo para se ocupar. Perceber que ter aquela pessoa em seu campo de visão, só vai te fazer mais mal. Pra que? A troco de nada. No final só vai ser você e você mesma. Os momentos bons? Bem, a gente consegue levá-los para o resto da vida. E os ruins, você aprendeu algo com eles? Apenas tire proveito e lições, sem guardar nenhum tipo de rancor, ou mágoa, porque isso definitivamente só vai criar algo dentro de você, e isso se chama; câncer. Vai se apaixonar hoje, ter raiva dessa paixão amanhã, e esquecer tudo isso no terceiro dia. E vai ser assim, até o momento em que você se sinta em paz com alguém, ou...quando você nem mais sentir nada. Você precisa de ânimo. Eu te ajudo! Vamos lá. Você quer fazer aquele curso de violão? Eu pago para você. Ou talvez uma terapia com uma psicologa famosa? Procure alguma, eu te ajudo também. Quem sabe se nós nos ocupássemos com aulas de inglês depois do trabalho? Eu vou adorar estudar contigo. Já sei! Uma academia para que sua auto estima fique de bem com você? Você poderia ver isso, o verão está chegando. Vamos passar na livraria? Leve esse, mais esse, esse, quem sabe esse livro aqui. Vida, viver, você só tem alguns aninhos, não pode se abalar dessa forma. Estou contigo. Não vou deixar você sofrer, maninha. - Eu simplesmente olhei para ela, soltei um suspiro, e consegui me sentir mais leve uns 100kg.
O meu eterno agradecimento vai para a única pessoa a qual sou realmente fã; Minha irmã mais velha.
sexta-feira, outubro 15, 2010
'Ainda é Tempo de Morangos'
- Oi. - Sua voz soou leve.
- O-oi. - Respondi um tanto quanto surpresa.
- Eu não bem sei porque estou fazendo isso, eu só queria...
- É muito bom ouvir sua voz.
- Eu só queria dizer...
- Sim?
- Eu não sei o que dizer. Como dizer.
- Diga como preferir.
- Não é tão simples assim.
- O que você quer dizer exatamente?
- Eu quero dizer que eu....assim, eu não sei, sabe?
- Não, eu não sei o que você quer dizer.
- Que você, eu, nós, acho que...
- Hum? - Eu me encontrava um pouco sem paciência nesse exato instante.
- Quero dizer que, eu...você acha, que teria a possibilidade....
- De?
- Nós nos encontrarmos..
- E...?
- Trocarmos coinfidências.
- Como assim?
- Assim...bem ao pé do ouvido, sabe?
- Mas já fizemos isso.
- Eu sei, mas sinto saudade. Só queria relembrar um pouco.
- Ou seja, você quer me usar?
- Não, não bem assim. Não diga isso.
- Digo sim. É isso.
- Não, eu só queria dormir uma noite com você.
- Uma noite? É?
- Sim. O que você me diz?
- Eu digo que; 'Ainda é Tempo de Morangos'. Tchau.
- Ei, não me deixe falando sozi....
Olhei o visor do celular, que estava embaçado por conta do contato com a pele, fiquei pensativa por alguns instantes, e me lembrei da minha cerveja muito bem gelada me esperando.
quinta-feira, outubro 14, 2010
Penny e suas sensações...
