Sentei no banco da praça vazia, o vento gelado tocava o meu rosto, que levemente ruborizava minha pele branca, fechei meus olhos, respirei profundamente e tentei me acalmar. Um dia o amor vai, ou volta.
quarta-feira, abril 27, 2011
Não 'tô' sabendo viver não.
Sentei no banco da praça vazia, o vento gelado tocava o meu rosto, que levemente ruborizava minha pele branca, fechei meus olhos, respirei profundamente e tentei me acalmar. Um dia o amor vai, ou volta.
quinta-feira, abril 14, 2011
Dê play:
Ele perguntou: - Ainda existe? O amor? – Ela não soube respondê-lo. Fechou seus olhos, apertou suas sobrancelhas, e balançou sua cabeça negativamente. Ela não sabia exatamente como aquilo funcionava, ainda que depois de tanto tempo, ainda não sabia. – O que houve com você? Fechou-se para o amor? – Disse ele enquanto ainda mantinham-se distantes um do outro. – Eu não sei o que aconteceu comigo. – Disse ela, sem conseguir cruzar seu olhar nos dele. – Deixe-me ajudá-la a lembrar do que nós fomos. – Tentou aproximar-se. – Não posso. - Ela se afastou ainda mais. –Por quê? Você disse que era importante, um dia. – Lágrimas vieram aos olhos daquele rapaz. – Eu não sei... – Impressionado com a resposta da garota, desviou seu olhar para o chão, sem entender exatamente, deixando que uma lágrima escorresse de seus olhos – Você se esqueceu da nossa essência. – Ela tentava não chorar. - Chore, por favor, apenas chore. - Disse ele, enquanto entre o choro pedia. As lágrimas dela demonstrariam que ainda se importava, e do rosto dela, nada saia, a não ser o novo semblante que havia se formado, aquele que nem mesmo ele havia visto algum dia, enquanto estiveram juntos. - Eu não posso... - Disse ela sabendo que aquilo tudo...era uma GRANDE MENTIRA.
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Transparecendo o meu bem-estar..
Ontem eu encontrei Maria. Continua a mesma velhinha, acho que desde que me entendo por gente, ela tem aqueles olhos murchos, a pele enrrugada, e sua altura parece diminuir a cada ano que passa. Deu dois tapinhas em meu rosto, elogiou o meu sorriso que estava estampado em meu semblante e disse - Você está bem, não é, minha filha? - Eu assenti com a cabeça, e fiz de meu sorriso ainda mais largo. Senti um bem-estar ao perceber que eu deixava transparecer o que de fato estava acontecendo mesmo; Eu estaria bem.
terça-feira, novembro 30, 2010
...
"Be whoever you have to be, I won't judge you Sing whatever you have to sing To get it out and not become a recluse About your house, come out I know you never meant to but you do Oh but you do"
quinta-feira, novembro 11, 2010
O mundo não acaba.
terça-feira, novembro 09, 2010
As Cariocas da Minha Vida - Parte 1.
Meus pensamentos viajavam por aquela suíte do motel. – Me fode, vai. Estou louca de vontade de você. – Os seus desejos eram como ordens. Tratei de despi-la, deixando-a somente de calcinha e sutiã. Mas o melhor estava por vir, vê-la completamente peladinha, sobre a cama, esperando a nossa foda. Cai de boca em seu sexo, que estava meladinho de tanta vontade, seu gosto era delicioso. – Isso, me chupa. Mais, mais. – Que conjunto de mulher! Eu só precisava ouvir aquele sotaque carregado de muita marra para poder foder ela sem dó. Seus gemidos demonstravam o quanto ela estava envolvida, completamente entregue. Chupei, enfiei a língua, os dedos, acariciei seus seios, mordi, lambi, acariciei mais um pouco, até ouvir seu urro de tesão, desfalecendo sobre minhas mãos que estavam por baixo de suas pernas. – Aí, paulista. Tu é muito gostosa. – Deitei meu corpo ao seu lado, até ouvi-la novamente. – Hum, não acabou não. – E aquela carioquinha caiu sobre meu corpo, fomos até as 6 da manhã.
[Texto postado em uma das comunidades do Orkut. Viper]