segunda-feira, agosto 23, 2010


Breve uma Nova História...

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"Fiquei alguns segundos segurando sua mão. Parece que aquele primeiro contato, havia tido uma enorme força sobre minha pessoa. Era como se eu desejasse simplesmente consumi-la. Isso era doentio! Eu nem a conhecia. Mas de uma coisa era certo; Sophie Land havia conquistado um certo domínio sobre Alice Verzinie. Sobre mim!"

Alice Verzinie - Editora-chefe, homossexual, 100% entregue ao seu trabalho.
Sophie Land - Produtora de moda, incrivelmente sensual e sedutora.
O quão certo esse relacionamento poderá dar?
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Estou disponibilizando uma breve parte da história que estou escrevendo.
Aguardem!

quinta-feira, julho 22, 2010


Aconteceu no Mundo Fake..

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Dessa vez não achei nada mais justo, do que começar a postar falando sobre a repercurssão que a matéria Amor Fake (I e II) teve, e das pessoas que fizeram parte disso. Primeiramente quero agradecer a todos aqueles que leram a matéria, deixando seus comentários no Blog, e na minha página de scrapbook. E claro, um agradecimento especial para aqueles que me ajudaram a criar as idéias; Um alô para os Taberneiros de plantão (Comunidade Taberna do Lobo), e para minha grande, querida, amante, mulher, assessora, minha namorada. No demais, deixo o meu ENORME OBRIGADA, de coração.


Recebi novas sugestões, para discutir diversos assuntos, que envolvam o 'Mundo Fake' e o 'Mundo Real'. Como achei todos interessantes, e muito presente na vida de qualquer personalidade, trago hoje para vocês, um post contendo as mais variadas idéias e situações do 'Mundo Azul'.

- Quem aqui nunca conheceu alguém no Mundinho 'Cibernétiquiano' Fake, onde a passou a manter uma amizade intensa, julgando-a ser uma relação mais real, do que qualquer outra em off?

- Ou quem aqui, não é maior de 18, 25, 35, 40 anos?

- Alguém pode gritar, se já tiverem sido enganados por aquele fake, que você conheceu João, e na realidade, quem estava por trás era a Maria? *Tapando os ouvidos*

- E aos frustrados de plantão, que atormentaram, atazanaram, fizeram intrigas, para prejudicar o próximo; Quem nunca conheceu uma pessoa que agisse dessa forma?

Isso é tão comum em nossas vidas ON, que trago aqui mais motivos, para acreditarmos que a vida Fake, é tão parecida, tão idêntica, tão estupefadamente igual, a nossa vida em OFF. Portanto, novamente fui 'as ruas de tijolos azuis, paredes azuis, céu azul, tudo azul (Leia-se Mundo Azul), e perguntei aos amigos.

Começamos com o 'looosho' que é Kapri Losho Deeva, que está no mundo azul há 4 anos com essa personalidade, e no mundo fake há quase 5 anos. Sensação no meio de todos, 'phynna' e rica, é super conhecida por suas montagens [s]engraçadas[/s] postadas sempre em seus álbuns. Como 'ela' me deu a sugestão, e como sei que tem muitas histórias para dividir, achei interessante envolvê-la por aqui.


Adorei sua sugestão, e por esse motivo, achei sensacional ter sua presença celebre. Agora quero saber de você; Divida conosco uma história de amizade que começou em 'on', no qual também passou a ser em 'off'?

Tudo começou quando entrei com o fake 'Rainha Narissa', em uma comunidade de Motel Gay, apenas para caçoar das 'bibinhas' que estavam ali fazendo sexo virtual. Era divertido ver como chamar os outros de passiva, era considerado uma ofensa, principalmente se fosse condizente com a realidade. Mas, enfim. Não vim aqui para falar sobre isso. Mas, foi nesse local, um tanto quanto "erótico", que eu conheci uma das melhores amigas de hoje em dia, a Britney Delícia Losho, que também é conhecida pelo fake Sarah Losho. Eu a encontrei por lá, também gongando as bichas, e foi amor a primeira vista! Nos unimos e sapateamos na face de geral. E não, eu não tenho preconceito contra homossexuais, até porque eu também sou um, fizemos aquilo apenas por diversão mesmo. A partir daquela data nós começamos a ficar próximas. Com o tempo, fomos pegando confiança uma na outra. NUNCA, NUNCA, NUNCA, NUNCA brigamos! Sequer chegamos a falar uma grosseria para a outra com a intenção de magoar. Até hoje continuamos assim. Uma amizade que surgiu no meio de uma 'guerra' e que perdura da forma mais doce possível. Dividimos segredos, conselhos, amor, carinho e tudo mais o que dois amigos podem compartilhar nessa vida, menos o contato físico. Mas eu posso dizer, com toda a certeza desse mundo, que ela é uma das pessoas que eu mais confio, seria capaz de deixar minha vida nas mãos dessa 'cretina'.


Incrível como ainda que separados por uma tela de computador, a amizade intensa, pode ser tão mais forte quanto se estivessem frente a frente.

Passando de amizade fake e real, chegamos em faixa etária off. Muitos adultos aderiram essa mania. E o curioso, é que muitos já são pais. Sabiam? Mas, como eles agem diante de 'mundo azul', que inicialmente era julgado ser vivido por apenas adolescente? O que acham de famílias criadas no mundo ON? Amizades? Amores? E o mais interessante, o que acham sobre o sexo virtual?

Conversando com o casal mais adorável do Orkut Fake, donos da comunidade Taberna do Lobo, Ed Wolf e Elizabeth Wolf, responderam a essas perguntas, esclarecendo as curiosidades.

Elizabeth Wolf - Bem, todos os meus amigos neste mundo azul, já sabem que a 'off' tem 47 anos, casada também em off com o Ed e mãe. Sendo assim, a minha maneira de agir aqui, é interação com os amigos no próprio perfil e na nossa Comunidade Taberna do Lobo. Não procuro fazer família, mas tenho filhos e sobrinhos, que me adotaram e que acabaram também sendo adotados por mim. Eu particularmente, nunca tive esse intuito aqui, mas acolhi com carinho os que me escolheram. Mas, mesmo que não fosse casada em off, ou seja, fosse livre, acho que não faria família aqui, como vejo em muitos perfis. Não namoraria, não casaria, nem teria filhos e etc. Acredito que o grande diferencial entre eu e os outros fakes, seja que nunca tive relacionamentos amorosos, por motivos óbvios; Ser casada em Off e On com a mesma pessoa.

Mas, por que, Eliz? É uma forma tão interessante e curiosa de agir, nesse mundo.

Eliz. W. - Nada contra quem gosta, mas esse tipo de relacionamento por aqui, não me atrai.
E as amizades, como funcionam?

Eliz. W. - Sobre amizades, em um primeiro momento procuro separar o On do Off. Mas, como somos pessoas, sentimentos, por trás do fake, sempre rola mais empatia com uma ou outra em especial, assim acabo levando para a minha 'vida real', mesmo que seja apenas no MSN.

E os amores?

Eliz. W. - Amores eu acho que pode acontecer. Se eu fosse livre, não ficaria só no mundo On, também tentaria levar pro Off. Se não fosse para ser assim, não encararia como um relacionamento sério.

Quanto ao sexo virtual?

Se fosse livre, faria numa boa. Não vejo nada contra isso. Mas, não a toda hora e com qualquer um. Teria que haver um sentimento especial e uma empatia com o parceiro em questão mesmo que ficasse só no virtual.

Mas, já aconteceu, entre o casal? (Risos)

Sexo virtual? (Emoticon caindo na gargalhada) Bem, já tentamos uma vez, aproveitando que ele estava falando comigo de outra máquina. No final, não deu certo por sermos muito íntimos. Eu achei aquilo muito estranho e preferi esperar ele chegar em casa. (Risos)

E então, dei espaço para uma voz masculina falar. Ed Wolf. Com ajuda de sua esposa Eliz, para digitar, em sua vez, começou a me confessar suas opiniões.

Ed. Wolf - A Eliz respondeu como ela age em relação a eles, e tenho uma atitude semelhante a dela. Mas, ela não explicou o que acha, sobre os mais jovens ou mesmo adultos que criam família fake. Então, vou complementar com a minha opinião particular, que não é necessariamente igual a dela.

Sobre o fake; Realmente há uns 5 anos ou mais atrás, esse universo fake era dominado apenas por adolescentes, no entanto, de alguns anos para cá, é cada vez maior o número de adultos, com mais de 30 anos, que descobriram e aderiram ao fake. Porém a maneira como estes adultos lidam com o fake tem suas diferenças. Muitos deles são mais adeptos de "*Bogus", do que de fakes propriamente ditos e outros ao contrário tem muito mais a esconder do que os fakes mais novos. Isso cria uma diversidade enorme no mundo fake que é ao mesmo tempo fonte de conflitos e em outras de encontros.

(Pausa para uma breve explicação sobre a palavra 'Bogus', que na realidade, me deu um novo sentido, a maneira de como enxergava alguns profiles fake.)

*Bogus - Perfil em que o fake está misturado com o seu off. Ou seja, uma mistura de On e Off.

Família On; Acho válido para os mais jovens, porque estão tateando em um universo desconhecido para eles na prática. Já entre os adultos acho estranho, parece que estão idealizando uma vida perfeita e diferente daquela que eles vivem no off, brincando como crianças, quando deveriam ter mais maturidade.

Amizades e amores; Como disse a Eliz, por trás do fake existem pessoas reais, portanto estão sujeitas a sentimentos reais. No entanto, nem sempre as amizades e amores fakes são sinceras, verdadeiras e realmente palpáveis. É frequente que um dos envolvidos se decepcione com a amizade ou o amor que julgava ser sólido. E isso vale tanto para os jovens e os adultos.
Sobre as ilusões; Uma opinião muito particular é a que tenho sobre o grau de maturidade de muitos adultos que resolvem criar um fake. Existem pessoas bastante centradas e outras que apesar da idade são imaturas e procuram no fake suprir um vazio qualquer, que tenham na sua vida real. Nesse último caso encontram-se os adultos que mais se decepcionam com o fake, porque além de não preencherem totalmente aquele vazio que sentem, acabam vivendo mais uma fantasia On do que se realizando em OFF.

Sexo virtual; Não tenho nada contra, mas o tema é 'os adultos no mundo fake', e nesse caso, em particular, sou obrigado a fazer uma observação. Muitos adultos criam fakes exclusivamente com essa intenção. Não os julgo. Cada um sabe de sim, mas quando ocorre o encontro fake entre um adulto destes e um adolescente, a coisa pode ficar mais complicada, e nesse caso, acho que deve partir do adulto uma atitude sensata e interromper a dita relação, de modo a evitar situações constrangedoras para ambos.

Agradecimentos; Agradecemos a nossa amiga Shane McCutcheon, pela oportunidade. Kisses and Hugs da Eliz e Ed.

Finalizando a partipação dos queridinhos do Orkut. Agradeço as incríveis respostas e curiosidades esclarecidas. O meu forte abraço para esse casal tão querido.

E mais um alvo para minhas perguntas, apresento-lhes Tony Stark, o Iron Man do Orkut. Muito simpático e atensioso, respondeu as minhas perguntas. O assunto foi sugerido por ele, na comunidade Taberna do Lobo. Sem pensar duas vezes, o homem de óculos escuro, terno preto e gravata clara, se mostrou bastante verdadeiro e decidido quanto ao assunto 'Off João, Fake Maria'.

Você quem sugeriu o assunto, e como não encontrei ninguém mais perfeito para responder e esclarecer algumas dúvidas. Tony Stark, Mr. Stark, Iron Man, já ocorreu com você essa situação?

Tony Stark. - Nunca aconteceu comigo, mas aconteceu com pessoas próximas a minha pessoa que no caso vieram a pedir minha ajuda e eu sempre com boa fé ajudei e desmascarei muita gente do gênero. Como deve ter notado meu perfil ele é meio pop aqui dentro, algo que pra mim tanto faz, sou apenas eu! E tem uma parte que me odeia e essa parte que odeia são essas pessoas que são mascaradas aqui dentro, que entram aqui para fazer intrigas e joguinhos.

O que acha dessas pessoas que criam esse tipo de profile, da forma como elas agem nesse mundo?

T. S - Assim, quer fazer perfil do sexo oposto, faça. Mas, se caso se envolva em um relacionamento, deixe claro as reais intenções, pois no mundo fake tem muita gente carente, que usa isso aqui como mecanismo de muitas coisas. Infelizmente existe esse tipo de pessoas, e para magoá-las é a coisa mais simples. Então, seja claro com a pessoa, dizendo quem está por trás do fake. Tenho certeza em afirmar, que quem faz isso com o intuito de brincar com os sentimentos e zoar a pessoa, é mau cárater. Quer jogar? Compre um playstation 3 e jogue! Eu penso dessa maneira, que muitas vezes o que somos aqui, nada mais é que o nosso reflexo em off.

Bem, por suas palavras acredito que já saiba de sua resposta. Mas, você já criou profile assim, por curiosidade, ou enfim?

T. S. É errado brincar com sentimentos. Neste caso nunca fiz um fake trocado e jamais trairia meu Tony Stark em que tanto me identifico.

E para finalizarmos aqui; Qual conselho você daria, para os fakes que tem esse intuito, criar profile João, e por trás na verdade ser Maria?

T. S. - Infelizmente essas pessoas não podem pagar o meu preço. Muito menos ter um conselho meu. Mas, tendo em vista o respeito por você, eu respondo. Diria a eles para se olharem no espelho por cinco minutos, e refletir o que é a vida deles. Com absoluta certeza, são pessoas que precisam inchar o ego, ao invés de ficar no fake fazendo o mau alheio, para cuidarem de suas vidas em off, que por sinal não vai nada bem.

Deixo claro aqui que cada um tem sua opinião. Em muitos momentos concordo com Tony Stark. Mas, temos que levar em consideração, que há muitos fakes por esse mundo, que desde o princípio são sinceros quanto a sua personalidade. Temos como exemplo Kapri Loosho, que foi nossa primeira presença citada nesse post, que é homem em off, e possui fake mulher. Portanto antes de achar ruim as opiniões ditas nesse blog, pense em todas as circustâncias. E bem, quem talvez nunca tenha pensado em criar um fake homem, ou mulher, sendo em off o oposto, que atire a primeira pedra.

Finalizando mais um post sobre o Mundo Fake. Quem tiver alguma história para nos contar, fique à vontade, pois esse mundo nos rende boas situações e risadas.

Até a próxima!







terça-feira, junho 01, 2010


Amor Fake - Parte II - A Felicidade mora do outro lado do monitor.

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Depois da matéria 'Amor Fake' ter sido um sucesso, decidir dar continuidade ao assunto, abrangendo outras situações. Recebi boas críticas e sugestões. Alguns fakes me procuraram para que eu desse a eles, um espaço nessa continuidade, e assim pudessem também me contar suas histórias.

Frequentando a Comunidade Taberna do Lobo, após ter feito uma mera divulgação na mesma, recebi uma sugestão do fake Rob Pattinson, para que a sequência da matéria falasse sobre a distância que separa os apaixonados fake, e como faziam para esse relacionamento durar. Já sabemos que a distância é um dos principais motivos para separar um casal, e que a falta do físico pesa muito na escolha do amor vivido a distância. Mas, como os amantes fazem, quando o jeito é viver um dia após o outro, já que os corações estão entregues a alguém que mora a quilômetros de distância?

Enfim, saquei meu diário de bordo. Fiz com que os personagens Rob Pattinson e sua esposa Pandora, sentassem a minha frente, para batermos um papo pra lá de interessante.

A conversa começou com meu e-mail, onde encaminhei para o casal algumas perguntas. A resposta foi surpreendentemente incrível. Atenciosos e muito bem apaixonados, me respoderam o e-mail, onde contavam cada detalhe desse percurso vivido há dois. A seguir a história de um amor que supera barreiras, oceanos e montanhas.


Como se conheceram?

Pandora Pattinson - Eu já conhecia de muito tempo a irmã off do Rob, do fake mesmo, desde 2004. Foi uma das primeiras pessoas que conheci no fake. Sabia que ela tinha um monte de irmãos, mas nunca tive contato com nenhum deles. Sabia também, que naquela época o Rob tinha outro fake, mas nunca sequer nos adicionamos ou relacionamos. Éramos de “panelas” diferentes.

Rob Pattinson - O fato é que comentei com minha irmã e ela sugeriu que eu usasse um fake que ela possuía e que era uma espécie de “tributo” a Robert Pattinson. Ela organizaria fotos, faria suas “coleções” e eu “daria vida” ao mesmo. Em troca do empréstimo, um único pedido: adicionar uma amiga sua, por consideração à amizade das duas. A idéia não me entusiasmou, mas também não morreria por causa disto. Adicionar não significaria, necessariamente, virar “unha e carne” daquela pessoa, especialmente quando eu imaginava se tratar de mais uma das “cabeças de vento” que minha irmã chamava de amiga. Assim conheci Dora.

Dei espaço para que Rob me dissesse sobre o começo de toda essa relação - As conversas sobre arte, cinema, música, política, mercado, esportes e variedades tornaram-se conversas pessoais, um dando a mão ao outro para tentarmos nos reerguer de nossos fracassos. De amigos para melhores amigos, sem nunca termos nos visto, exceto por fotografias. Os melhores amigos se apaixonaram, ao longo destes quatro ou cinco meses de convivência “virtual” diária, e acabaram esbarrando em um dilema. Rob deverá partir para a França em Janeiro.

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Ambos me confessaram que existem aproximadamente 1600 km separando o físico; uma vez que os corações estão bem próximos superando toda essa dificuldade.

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Por sua vez, Pandora falou sobre - Namoro a distância é complicado, não só por causa da saudade, da capacidade extra que temos que ter pra confiar um no outro, mas pela incerteza de não saber onde vai dar. - E ainda me citou Nelson Mandela e Winnie Mandela, casados há 38 anos, sendo que 25 anos desse casamento, Nelson viveu na prisão, e que nem um ano depois da liberação de sua sentença o divórcio aconteceu. Completou dizendo - Convivência, e o dia-a-dia, mata muita coisa, e eu ainda não sei responder se vai ser assim com a gente também. Quero muito acreditar que aquilo que pode separar também pode unir ainda mais duas pessoas.


Como surgiu a aceitação, de viver o amor há mais de 1000 km de distância?

Rob Pattinson - Pandora tem uma vida estabelecida e estável aqui. Por minha experiência prévia, tinha certeza de que ela não me acompanharia e que o melhor seria manter sua amizade. Não me agradava nem um pouco a idéia de passar pelo que havia passado previamente com minha ex-noiva (passado relacionamento de Rob, onde também viveu uma parte a distância), e muito menos a idéia de magoá-la , iniciando um relacionamento com data para expirar. No dia em que as coisas realmente “esquentaram” entre nós, coloquei a ela todas estas ponderações, já conformado ( e um tanto infeliz ) pelo desfecho que eu previa.
O e-mail que obtive de resposta, guardo-o até hoje, pois nada que alguém pudesse ter me dito poderia ter me deixado mais louco de felicidade. Nele, Dora ponderava que vivíamos a mil e tantos km de distância e que, de fato, seria complicado, mas não impossível.

Pandora Pattinson - O que eu estava sentindo naquele momento me impedia de sequer pensar em não tentar, e nunca fui mulher de fugir de situações de risco, sempre paguei pra ver! Foi quando disse para ele, que eu queria tentar, e que se desse certo, eu só teria que me submeter à revalidação do meu diploma, e que assim que conseguisse iria com ele, se não pro mesmo lugar, para muito perto, mais até do que estamos agora. Não tinha o menor medo de começar do zero, não seria isso que me impediria de ficar com ele, se fosse pra ser. Para falar a verdade, mesmo que acontecesse o impossível de não conseguir revalidar meu diploma, para ficar com ele, trabalharia até lavando pratos. Tudo acertado, começamos a namorar.

E como o encontro acontecerá? Os planos, já estão sendo construídos?

P. P - Estamos programando uma viagem de férias juntos, agora em Julho e também até lá combinamos de organizar nossas finanças e nossas agendas pra tentar se ver mais seguido, montar um plano. Viver um dia de cada vez. Encarar as dificuldades à medida em que forem aparecendo. Tentar estarmos juntos ao máximo que conseguirmos, assim como muito casal, que se conheceu por vias “normais”, tentar fazer a coisa funcionar. Vontade, amor e disposição, para isso, não falta.


R. P - O melhor plano é não fazer planos, ou ainda, não DETALHAR os planos que são feitos. Meu único plano com Dora é: vamos fazer do nosso jeito para ver até onde vamos. Enquanto estivermos felizes juntos, sabemos que estamos no caminho certo. No momento em que um de nós estiver insatisfeito, teremos que lidar com uma mudança de situação e de relacionamento que poderá ser dolorosa, mas que deverá ser feita com respeito. Entretanto, nossa grande aposta é a de acertarmos e, um dia, mandarmos aos amigos da Taberna a participação de nascimento de nossos filhos. (Risos)

Rob falou também das dificuldades, e perguntas que só podem ser respondidas, se forem de fato vividas. - Nunca tive ilusões a respeito das dificuldades que encontraremos e tenho tanto temor de que as coisas terminem mal quanto teria se nos tivéssemos conhecido de outra maneira. Conheço também os temores de Dora, que se associam a outros temores por suas experiências prévias. Entretanto, temos amor, disposição e cumplicidade suficiente para nos permitirmos arriscar. Sou pleno conhecedor dos transtornos, das inseguranças, dos imprevistos que permeiam os relacionamentos à distância e conto-me por feliz por sermos, tanto eu quanto Dora, pessoas bem resolvidas e não-ciumentas, e acredito que isto melhore em muito a nossa situação. Também sei o quanto a convivência pode consolidar ou destruir um relacionamento, mas existe outra alternativa, senão arriscar? Quais as garantias que temos de que, mesmo que nos relacionemos amorosamente com um vizinho, um colega, tudo dará certo? Que relacionamento vem com certificado de garantia? Falou também do físico e o sexo - Este é um ponto delicado que, em minha opinião, não pode ser massificado, e sim discutido entre o casal. Faz falta? Não faz? Sexo por sexo é considerado traição ou somente o é quando ocorre envolvimento? As pessoas envolvidas estão preparadas para aceitar a escolha do outro, ou concordam em um primeiro momento para verem-se, no frame seguinte, envolvidas pela dor do ciúme e da insegurança? São questões individuais que devem ser pesadas, combinadas, conversadas à exaustão e confortavelmente compatibilizadas, de forma a não ferir ninguém.

E para finalizar, me falaram sobre o que acham do Mundo Fake.

Pandora Pattinson - O mundo fake em algumas coisas, acaba sendo o mais sincero que tem. Incrível como mesmo escondendo o rosto, nos expomos muito mais, do que na vida aqui fora, onde fazemos o contrário : mostramos o rosto e encobrimos muito do que somos. É um lugar de tantas alegrias e tantas decepções como o mundo off, pois o ser humano por de trás do computador não muda. Tem sido um lugar onde conheci pessoas extraordinárias que jamais conheceria se não fosse o fake, a internet, a mudança nos relacionamentos. Não tenho o menor preconceito quanto ao que inicia nele, não importa se amizade ou até um casamento. Nunca enjoei de estar no fake, nunca me arrependi, mesmo nos momentos de suportar os golpes mais duros. Digo mais, faria tudo de novo...

Nesses tantos caracteres percorridos, no assunto Amor, Distância e Fake, este casal deveria ser um estímulo, um exemplo de sentimentos verdadeiros, que podem ser construído através do computador, do vírtual, e principalmente do fake. Para quem tinha dúvidas, de que tudo isso é realmente possível, acaba de ter sua prova viva, de que Amor Fake é tão possível, quanto apaixonar-se por alguém do seu trabalho, do seu curso, ou até mesmo alguém que esteja virando a esquina.

Na primeira parte da Matéria, deixei claro, o quanto esse 'mundo azul' é 100% parecido com o nosso mundo 'real'. Portanto, não tenha medo de apaixonar-se virtualmente. Permita-se!

Obrigado ao casal, por dividir comigo, e agora com todos que irão ler a história.

A felicidade mora do outro lado do monitor. Você concorda?

quinta-feira, maio 20, 2010


Então o Amor Fake aconteceu...

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‘A questão do amor vai muito além do físico’. É assim que começarei o post de hoje. Sou adepta ao mundo fake desde meados de 2003, 2004. Nesse longo percurso, conheci diversas personalidades, onde cada personagem fake, tinha por trás dele uma pessoa real. O ‘mundinho azul’, na qual muitos adeptos a essa mania costumam chamar, é bem vasto, tendo como grande maioria personagens de seriados, filmes, cantores, atores, e jogadores de futebol. Há quem diga que sabe diferenciar perfeitamente o quesito ‘ON’ (no qual seria o personagem) e OFF (onde seria a pessoa por trás dele), não deixando que nenhuma das ‘vidas’ interfira na outra. Talvez isso já tenha funcionado melhor, no começo dessa febre (a mais ou menos seis anos atrás) que atingem muitos adolescentes e adultos. O que pretendo trazer aqui hoje, é sobre o ‘amor fake’, onde na maioria dos casos, apaixonam-se sem conhecer a real identidade da pessoa, passando a manter um sentimento por alguém que só trocou palavras escritas, até então. Seria loucura, ou amor verdadeiro? Para falar melhor sobre, conversei com algumas pessoas, que encontrei através de comunidades Fakes, onde estavam dispostas a me contar sobre seus relacionamentos, que tiveram final feliz ou não.


Conheci Sookie Stackhouse em uma das comunidades mais baladas do Mundo Fake. Vagando pelo tópico ‘Confessionário’ lá estava ela atendendo ao meu pedido. Simpática e disposta, me expôs uma parte de sua vida. A fake Stookie Stackhouse conheceu outro fake em 2005, onde passou a manter um relacionamento. Assim que a conheci, me confessou que não havia um final feliz para sua história. Em novembro de 2009 eles cortaram relações, mas ela ainda recebia algumas notícias de seu próprio amor. Não querendo entrar muito nos detalhes do término, fiz perguntas a ela sobre o relacionamento fake.

Vocês chegaram a se conhecer em off?

S.T - Sim, uma vez.

Houve outros amores, ou foi o único?

S.T – Houve outros relacionamentos, mas amor mesmo, o único.

Antes de conhecê-lo, você achava possível manter um relacionamento assim?

S.T – Não. Acompanhei relacionamentos de amigos e tudo mais e achei sempre uma grande besteira, eu era muito cabeça dura, nem em amizades eu botava fé.

Vocês moram na mesma cidade?

S.T – Não, ele é de Curitiba e eu de São Paulo.

Como era para você essa distância?

S.T - No início era indiferente, eu não tinha muita noção de como poderia prejudicar depois e assim foi até as primeiras dificuldades. Era terrível e eu achava que não tinha como ficar pior.. E tinha. Mas acabamos aprendendo a lidar um pouco com isso (ou não).

Alguma vez conseguiu diferenciar as vidas, on e off?

S.T – Nunca.


E como partiu a curiosidade de conhecer a verdadeira identidade? O amor surgiu durante o ON, ou quando você já o conhecia em off?


S.T – Durante o on. Éramos melhores amigos. Quando comecei a me interessar por ele ainda não o tinha visto em off, só sabia o seu nome.


E para finalizar, Sookie. Como saber se a pessoa está sendo sincera ou não no mundo Fake?

S.T - Então, sinceramente? Olhando nos olhos. Caso contrário ela pode estar sendo sincera ou não, mas nunca saberemos. Podemos confiar, mas sempre com o pé atrás. É muito fácil dizer "Eu te amo" no Orkut e MSN, olhando nos olhos é bem diferente.


O mais impressionante, é que cada pessoa que perguntei sobre seus relacionamentos frustrados ou não, me responderam de uma forma diferente. Por exemplo, o personagem criado chamado 'Freak', onde o *shape é do Criss Angel (O Ilusionista), está no orkut há cinco anos, e me confessou que devido as circunstância do 'Mundo Azul', ele aprendeu a separar perfeitamente suas vidas on e off. Seus relacionamentos que teve no fake, não passavam de interpretações. Quando perguntei para ele se em 'algum momento, ele chegou a acreditar que somente relacionamento fake não daria para ele, e se apaixonasse por alguém, sem conhecer a real identidade', ele me respondeu de uma forma interessante; 'Pelo contrário, quando havia esse mistério é que eu me apaixonava. Se a pessoa já era minha amiga e nós já tinhamos nos visto ou se já soubesse coisas sobre ela, parecia que eu meu interesse se perdia.' Quando perguntei se ele estava amando alguém atualmente, me respondeu; 'Não. Mas, sinto muita falta de minha ex'. E o curioso é que eles apenas se conhecem por fake. Está aí a diferença entre Stookie e Freak.

Perguntei a personagem Angel Innocent, como é o amor fake para ela, e obtive sua resposta de pessoa amante e sincera; Olha, vamos por partes. Primeiro hoje em dia a palavra "amor" está completamente banalizada, no mundo virtual. Duas pessoas se conhecem agora, daqui meia hora já estão trocando juras de "amor eterno". Mas, quando você fala em "amor fake" , ai eu entendo por amar alguém que você conheceu aqui no fake; pra mim amor é amor e pronto, não existe um "amor fake", mas um "amor que começou no mundo fake". Se a gente ama, ele é amor e ponto final. A grande diferença é que você conheceu essa pessoa no mundo virtual. Se ela morar perto de você, tudo bem vocês se encontram e podem viver sua história, caso ela more longe ai vem todos aqueles problemas que a distância traz. Mas o sentimento, sendo verdadeiro é o que importa. Muita gente dúvida que seja possível amar de verdade alguem que você só conhece aqui e eu mesma duvidaria, se não tivesse acontecido comigo. Mesmo que seja uma convivência através da internet dá pra surgir um sentimento.' Conversei com ela sobre a distância; É algo que te deixa perdido, porque se você parar pra pensar, pra ficar com essa pessoa você tem que mudar toda sua vida e se você amar mesmo e tiver coragem pra enfrentar o que for preciso por esse amor, você mete a cara e enfrenta mesmo; mas muitas vezes você está, mas ela não... e ai fica mais dificil ... a distância nesse caso, talvez seja o maior problema, muito embora eu pessoalmente acredite que por um amor vale tudo e a distância não significa nada diante dos problemas cotidianos que se enfrentam na vida á dois.'´ Ótimo estímulo para quem conheceu alguém no Mundo Fake, e o seu amor mora em outra cidade, estado, ou país.


Entrando no assunto outro país, conversei com a personagem Carmen Morales McCutcheon, que é casada com a personagem Shane Morales McCutcheon. Ambas moram a mais de 7711 km de distância. Carmen é de São Paulo, e Shane é de Portugal. Estão juntas há 1 ano e 1 mês. Se conheceram em uma festa fake, e desde então é só amor. O namoro em off é tido pelo computador, microfone e webcam. E claro, sem dúvidas, com futuros planos de um lindo encontro. Lindo casal!

Conheci o encanto que é Mikaela Bones. Me contou de seu eterno amor. Ela o conheceu como Joaquim Phoenix. O namoro durou 2 anos e 4 meses, e infelizmente não teve um final feliz. Eles se separaram, mas Mikaela ainda o ama. Conversando sobre o mundo fake, ela me disse o que passava em sua cabeça; 'Eu acredito que fake mesmo, é apenas foto. Claro que infelizmente ainda há pessoas que sem passam por outras coisas aqui. Nesses cinco anos no mundo Fake, já presenciei muitas coisas. Mulher se passar por homem. Homens casados dizendo que irão largar suas atuais mulheres, e quando na realidade é mentira. Já vi também, uma mulher aparentemente hétero, virar homossexual, porque namorava um homem que na realidade era mulher em off. Elas se apaixonaram! É um mundo de doidos!' Ela me confessou também sobre o que o fake representa a ela; Eu não sei ser fake, não sei montar história. Apenas sou fake na foto, mas quem sente, digita, chora e ri é a off, a pessoa por trás daquela foto. Existe nesse mundo fake, magia, mas infelizmente existem pessoas que não sabem fazer desse mundo um lugar bom. Eu tive sorte! Conheci uma pessoa humana, amiga, amante, namorado, marido e tudo de maravilhoso'. Conversando mais afundo com Mikaela, ela me contou que passou a manter o relacionamento off com seu ex-atual-amor, onde ambos dormiam juntos pelo msn. Embora hoje eles não estejam juntos, ela ainda o ama, e acha possível voltar a viver com ele.

E por última, e não menos importante claro. Conversei com o amor da minha vida. O real motivo por eu ter corrido atrás desse assunto, o real motivo por eu ainda estar no mundo fake. Minha mulher em On e Off 'Lucy Diamond McCutcheon'. Novata no mundo fake, está no mundinho azul há menos de um ano, comecei perguntando a ela, como era sua vida antes do 'mundo fakeano';

Como era para você antes do fake? Você sabia que existia essa 'vida'?

L.D.M - Eu sentia que precisava fugir um pouco disso tudo aqui fora. Queria conhecer pessoas de uma forma diferente. Eu não fazia idéia de como é o mundo fake. Sabia que existiam pessoas com orkuts de 'personagens', mas confesso que não entendia muito bem o porque.

Como aconteceu o amor? Quando você descobriu que estava apaixonada?

L.D.M - Tudo começou na brincadeira. Fui procurar o orkut de uma personagem que gosto muito. Começamos a conversar e de repente me vi querendo conhecer mais e mais, da vida por trás daquela menina que falava comigo no orkut. Passava o dia todo esperando ela ficar online e quando acontecia, o coração batia tão rápido. Queria passar 24 horas conversando com ela.

Você se apaixonou por 'ela', antes de conhecê-la em off?

L.D.M - Foi de cara. O encantamento foi instantâneo. Conhecê-la em off fez apenas aumentar tudo que eu estava sentindo.

[Pausas para alguns paparicos e mimos. Caindo na nostalgia gostosa de relembrar bons momentos.]

Como é a distância para você? Como é estar no Rio de Janeiro e 'ela' em São Paulo?

L.D.M - É muito difícil. Dói muito. A saudade é enorme. Mas saber que apesar da distância, eu tenho a pessoa que eu amo 'sempre comigo', alivia. Dá força pra seguir em frente.

E o ciúmes, no caso da distância, é mais intenso?

L.D.M - *Emoticon de raiva*
Sim. Eu acredito que muito mais. É difícil por querer aquela pessoa sempre com você, querer sempre estar acompanhando, de olho em tudo. No final das contas, poder abraçá-la, como se pudesse proteger de tudo e todos, aliviaria um pouco.

E para finalizar. O que diria as pessoas descrente do amor fake?

L.D.M - Ele existe! Conheci o AMOR DA MINHA VIDA através desse mundo fake. O amor mais lindo surgiu. Um amor que nem eu achava ser possível, quando via de fora. O verdadeiro amor. Não é preciso estar perto, pra estar junto.


Em alguns casos o 'Amor Fake' não deveria ser traduzido no sentido literário, mas sim de uma forma como se ousassemos dar um novo nome ao 'amor'. Aqui não somente há histórias de diferentes pessoas, existe muito além disso, muito além de distâncias, dificuldades, relacionamento virtual, fake, existe muito amor.


Vou ficando por aqui. Aqueles que me ajudaram a criar essa matéria o meu MUITO OBRIGADA.

Até a próxima.

terça-feira, maio 18, 2010


O grande desaparecimento.

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Sei que meu comprometimento com o blog está FAIL. Na realidade eu gostaria de ter inspiração para poder postar todos os dias, cada post algo novo e interessante. Essa vida de blogueira não é fácil! Mas, estou quase fazendo uma promessa, de que irei postar com mais frequência. O que acontece, é que quando passa a se tonar uma rotina, acaba chateando (isso sempre me ocorreu!). Bom, é isso! Vou colocar minha cabecinha para funcionar, minhas inspirações para me ajudar, e muito amor que tenho no meu coraçãozinho para
postar aqui. Agora.... Tchau. Bom final de terça-feira.

Um pouco sobre....

3
A idéia surgiu há algum tempo atrás, com o prazer de escrever, e o prazer de contar lembranças, sentimentos, e quaisquer tipo de leitura ou imagem que me agrade. Primeiramente comecei com a idéia de escrever sobre contos homossexuais femininos, onde escrevo sempre que me sinto inspirada. Mas, vi que manter um 'Blog Diário' é também interessante, e passei a escrever sobre meus sentimentos. Postar fotos de autoria própria, ou algo que encontro pela internet, sempre me agradou muito também.
Mantenho a paixão pelo blog desde muito novinha, onde já criei e exclui vários. Agora com o 'Permita-me Escrever' pretendo reunir todos os meus agrados, para que também possa compartilhar contigo. É isso! Seja muito bem-vinda. Desfrute-o!

segunda-feira, novembro 30, 2009


Duas novatas em um Sex Shop

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Paramos em frente ao Sex Shop. Já estava escurecendo, e haviamos escolhido aquele horário, para que não púdessemos sermos pegas desprevenidas. Afinal, aquela avenida era uma das mais movimentadas.

- Bem, vamos parar com isso, e vamos entrar logo. - Disse Mônica, me puxando pelas mãos.

Logo no ínicio da loja, pude observar algumas fantasias, fetiches, dvd's pornôs, estimulantes, óleo para massagem, camisinhas, e um mundo de coisas, que para mim era totalmente novidade. Fiquei me perguntando, onde deveriam estar os pênis de borracha, afinal, eu e minha namorada estávamos ali para isso.

- Meu Deus. Veja o tamanho deste. - Reagiu Mô, ao ver ao tamanho do 'consolo' que havia se deparado.

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Naquela manhã, assim que acordamos, depois de uma noite repleta de muito sexo e amor, Mônica decidiu que iriamos a um Sex Shop. Disse ela, que sempre estivera satisfeita sem o 'dito cujo', mas que por ter conversado com suas amigas, uns dias atrás, sobre o 'consolo', 'cinturão', 'pênis de borracha', ela acabou por ficar um tanto quanto curiosa. Eu não hesitei, uma vez que aquela idéia também me agradava. Nunca me imaginei 'desfrutando dele', mas sim, 'usando ele nela'. Enfim, foco.


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Ela estava encantada com tantas variedades. Parecia uma criança, prestes a comprar um brinquedo, o qual ela não largaria durante um mês. Bem, e de certa forma, não imaginasse que fosse largar, mesmo.
Nos aproximamos de um vibrador, 10 cm, ROSA. Sim, ROSA! Não sabia o que passava pela cabeça dela, até o exato momento que uma simples palavra soou de sua boca:

- Adoooooooooreiiiiiii. - Ela abriu um largo sorriso, tomou o consolo em suas mãos. Olhou para mim como o gato do Shrek, e suplicou com seu olhar.

- Nem pense nisso. Ok? Não, não e não. Esse não. Rosa não. Por favor. - Arqueei minhas sobrancelhas, e dei alguns passos à frente para procurar um novo 'brinquedo'.

A variedade era imensa. Havia ali, mais de 100 consolos. Existia para todos os gostos, formas, tamanhos e cores. Em alguns momentos, me peguei rindo, pois achava engraçadíssima aquela situação.
Não é nenhum bicho de sete cabeças, ir a um sex shop. Acho que todo o casal, sendo hétero, homossexual, ou afins, deveria adquirir a idéia. Tudo pelo prazer!

Foi então, que nos deparamos com um mediano. Informava a sua caixa, 16 cm. Era bem real. De primeira, me senti constrangida. Me imaginei usando 'aquilo', e não consegui não cair na gargalhada. Mas, eu usaria a cinta. Estava disposta a aquilo.

- Eu acho que esse seria legal. - Apontei para o pênis acoplado na cinta. Era até que agradável. Nada ridiculamente feio (se é que eles realmente possam ser agradáveis).

- Hum..Eu até que gostei. - Ela pegou a caixa em suas mãos, e foi ler o que havia de informação. - É este! Vamos levar este.

- Aé? Vamos? - Eu abri um suave sorriso.

- Sim. - Ela arqueou uma sobrancelha, e abriu um meio sorriso

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Chegamos em casa, ela correu cuidar do nosso novo brinquedo, para que púdessemos usá-lo mais tarde. Além disso, haviamos comprado outras coisas interessantes. Óleos, estimuladores, comestíveis, enfim. Começamos a nossa festa basicamente naquele Sex Shop. Havia sido a nossa primeira vez, e a experiência foi realmente muito interessante.


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A noite foi maravilhosa! Não demorou muito para que ambas nos acostumassemos com aquele novo 'brinquedo'. Acabamos entrando no clima. Além dos meus acessórios (língua e dedos), havia um novo acessório. Foi divertido!

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